segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

PARA-RAIOS


SEU PRÉDIO ESTÁ COM O SISTEMA DE PÁRA-RAIOS FUNCIONANDO?


Para que o condomínio garanta a segurança dos seu condôminos, bem como dos equipamentos instalados no prédio, e ainda mais, o ressarcimento dos seguros e garantias de manutenção desses equipamentos, em caso de sinistros; segundo as normas vigentes no país, pelo menos uma vez por ano, deve ser feita uma vistoria técnica desses equipamentos, para a verificação, do correto funcionamento em caso de descargas elétricas.

Muitos acidentes causados por raios da forma INDIRETA (PELA REDE ELÉTRICA OU TELEFÔNICA), muitas vezes são confundidos com raios da forma DIRETA, e que necessitam de um sistema de proteção específico, conhecido pelos pára-raios sobre as coberturas dos telhados ou prédios, ou sobre as torres de celular.


Elaboração: Eng.° Denis – ENGENHARIA ELÉTRICA

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PARA SABER MAIS SOBRE PÁRA-RAIOS LEIA O INFORMATIVO TÉCNICO  A SEGUIR

RAIOS  !!!???      DESCARGA DIRETA OU INDIRETA?

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam: que existem somente um tipo; existem basicamente dois tipos de descargas elétricas de origem atmosféricas; a direta e a indireta. Desta forma toda vez que fizermos alguma referência sobre os raios ou descargas elétricas de origem atmosférica, devemos identificar exatamente o tipo da mesma, pois os dois tipos tem a mesma origem, que é da atmosfera, entretanto a penetração nas dependências de uma empresa, escola, hospital ou qualquer outra instalação civil ou elétrica, é realizada através de caminhos diferentes.

Caminho das descargas elétricas diretas

Quando as condições atmosféricas entre uma determinada região geográfica e climática sobre esta região promover uma diferença de potencial eletrostático muito intensa, isto é, o campo elétrico formado nesse meio for tão intenso que ioniza o ar, se torna condutivo à passagem de corrente elétrica, neste momento poderá haver a passagem de corrente elétrica por este "meio", ora antes isolante, mas agora condutivo, formando uma "ponte" entre as cargas das nuvens (negativa) repletas de elétrons e o solo/ estrutura (positivo) com falta de elétrons, até que ocorra um equilíbrio de cargas diminuindo a intensidade do campo elétrico gerado nesse meio, cessando assim a ligação elétrica formada entre nuvens e solo/estrutura (momento da extinção do arco voltaíco).

Caminho das descargas elétricas indiretas 

Valem as explicações anteriores, entretanto, o termo "solo/estrutura" utilizado anteriormente, neste caso agora será solo/ estrutura aonde se encontra uma torre ou poste, ou ainda rede elétrica ou telefônica, nas regiões públicas de uma cidade ou meio rural. Assim quando ocorrer uma descarga elétrica de origem atmosférica e ela atingir uma dessas estruturas ou linhas de transmissão que estão indiretamente conectadas às instalações elétricas ou telefônicas de empresas, residências, hospitais, escolas, etc., ocorrerá uma conexão elétrica de descarga, realizada por cabos condutores, entre as instalações públicas com as instalações privadas (residenciais, comerciais, industriais, etc.)  Esta descarga elétrica na rede, pode elevar o nível de tensão elétrica nominal de uma tomada residencial, por exemplo de 127 volts, para valores da ordem de dezenas de milhares de volts (1000 volts, 2000 volts, ou mais). Com este aumento de tensão elétrica, inúmeros aparelhos elétricos e eletrônicos podem ser danificados, caso não exista um sistema de pára-raios específico, chamado Pára-Raios de Secundária ou Para-Raio de Rede, ou ainda Sistema de Pára-Raios Contra Descargas Elétricas de Origem Atmosférica Indireta .

Podemos fazer uma comparação "grosseira" dessa proteção, com o conhecido "ladrão" ou saída de escape de um reservatório de água, que evita a sobrecarga, neste caso, sobrecarga hidráulica, na ocorrência de falha da válvula de nível tipo bóia.

Um Sistema de Pára-Raios Contra Descargas Elétricas de Origem Atmosférica Indireta devidamente instalado junto as fases de energia elétrica ou junto aos fios da linha telefônica de empresas ou residências, pode "drenar" as sobretensões elétricas para um sistema de aterramento, mantendo os níveis de tensão elétrica da rede normais, protegendo assim os equipamentos elétricos e eletrônicos contra danos.

Região Campinas 19 – 9 – 9142 2269
Vale do Paraíba e Litoral Norte 12 – 9 – 8121 4728
Grande São Paulo 11 – 9 – 9903 7641


LAUDOS, RELATÓRIOS E ORÇAMENTOS...

...uma coisa é uma coisa...outra coisa é outra coisa...

"DANDO NOMES AOS BOIS"

Laudo pericial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O laudo pericial é o relato do técnico ou especialista designado para avaliar determinada situação que estava dentro de seus conhecimentos. O laudo é a tradução das impressões captadas pelo técnico ou especialista, em torno do fato litigioso, por meio dos conhecimentos especiais de quem o examinou.
É um dos meios de prova utilizados pelo juiz para proferir a sentença, embora no direito penal brasileiro o juiz não esteja adstrito ao laudo, podendo aceitá-lo ou rejeitá-lo integral ou parcialmente.1 Diante de matéria técnica que exige conhecimentos especializados, o juiz pedirá um laudo ao especialista respectivo. Difere do parecer, que é uma mera resposta à consulta de uma das partes sobre dados pré-existentes. Em suma, é uma opinião especializada de um profissional habilitado sobre matéria fática para solucionar discórdias em discussões judiciais, e pode versar sobre variadas matérias: medicina, engenharia, informática, meio ambiente etc.
O profissional perito judicial, ao produzir seu trabalho para justiça, deve ser meticuloso no desempenho de suas atividades. Não deve agir de forma parcial ou com senso comum, ele deve agir imparcialmente em sua análise e na elaboração de seu laudo. O profissional perito deve se policiar nos estudos do caso tratado para que finalize o laudo pericial com pleno êxito, pois mesmo sendo um trabalho bem feito, haverá sempre alguém que irá contestá-lo, querendo assim impugná-lo. Porém, sendo o trabalho pericial consubstanciado em prova robusta e estribado na legislação aplicada ao caso, certamente que será um laudo pericial conclusivo e enfático na lide tratada nos autos.


Laudo Elétrico

É o termo utilizado para designar o Laudo Técnico das Instalações Elétricas. O Laudo elétrico é um tipo de laudo pericial que trata dos aspectos técnicos envolvidos numa instalação elétrica.
O Laudo Elétrico é atualmente exigido no Brasil por diversas instância do poder público, por certificadoras e por companhias de seguro para atestar a conformidade das Instalações Elétricas residenciais, comerciais e industriais.
Alguns dos órgãos que podem exigir um Laudo Elétrico são: - Ministério do Trabalho e Emprego, através da sua norma regulamentadora NR-10 - Corpo de Bombeiros - Prefeitura Municipal - Certificadoras ISO 18000 - Seguradoras
O Laudo Elétrico deve ser emitido por um Engenheiro Eletricista com base em inspeções e medições realizadas nas instalações elétricas, à luz dos requisitos estabelecidos pelas normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
As normas mais comuns que devem ser objeto de confrontação são: NBR 5410, NBR 14039, NBR 600439, NBR 5413, NBR 5419, NBR 60079.
Um Laudo Elétrico só tem validade legal se assinada por Engº Eletricista registrado no CREA e houver o recolhimento de uma ART - Anotação de Responsabilidade Técnica junto ao [CREA] - Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.
Como trata da Segurança que pode afetar a vida e o patrimônio das pessoas e empresas, apenas profissionais com larga experiência devem emitir um Laudo.
Um Laudo Elétrico deve considerar os aspectos técnicos (conformidade com as normas técnicas), jurídicos (Leis e normas), de proteção contra incêndio e de segurança aos trabalhadores e usuários de eletricidade.



RELATÓRIO

Um relatório é um conjunto de informações utilizado para reportar resultados parciais ou totais de uma determinada atividade, experimento, projeto, ação, pesquisa, ou outro evento que esteja finalizado ou em andamento.
Quando se trata de um trabalho acadêmico, pode ser elaborado com referência a pesquisa original, ou apresentar estudo bibliográfico. Visa comumente apresentar o andamento de trabalhos junto a órgãos financiadores e fiscalizadores, pode ser etapa de estágio ou pesquisa. Nesse caso, é submetido às comissões e conselhos dos órgãos competentes, ou do evento, que decidem sobre o mérito.
Normalmente utiliza-se formatação padronizada, o que no entanto pode ser flexibilizado caso o âmbito do mesmo seja interno ao setor executante ou grupo a que este último pertence.
A dificuldade na criação de um relatório, é normalmente proporcional à complexidade e amplitude do assunto abordado. Em situações deste tipo, criar sub-relatórios pode ser uma boa alternativa.
O relatório deve dividir-se em diferentes partes indicadas abaixo.
É importante saber qual o TIPO DA REDAÇÃO a ser adotado para estabelecer o FOCO: exposição detalhada de um caso (DESCRIÇÃO) ou opinião e posicionamento - individual ou coletivo - diante de um assunto (DISSERTAÇÃO). Em seguida, verifique PARA QUEM se dirige a comunicação: um Conselho de profissionais, um diretor ou gerente, um colega com quem você tem mais amizade? De acordo com o destinatário escolhido, você vai precisar adotar um ESTILO adequado: protocolar, formal ou informal, sintético ou analítico.
Agora, pense efetivamente em que deseja comunicar: os principais pontos, os comentários significativos e os aspectos que podem auxiliar o destinatário a entender melhor o seu texto. Para estruturar melhor o que pretende escrever, use o esquema do jornalista: QUEM fez, O QUE fez, POR QUE fez, COMO fez, QUANDO fez e ONDE fez. Respondidas essas questões, redija a mensagem com COMEÇO, MEIO e FIM.
O COMEÇO tem de ser criativo e claro. Você precisa "prender" a atenção do leitor nas primeiras dez linhas para que ele se sinta motivado a continuar a leitura.
O MEIO tem de ser persuasivo para convencer o leitor a respeito do ponto de vista que você está desenvolvendo. Reúna fatos, estatísticas, gráficos e depoimentos para dar consistência ao seu relatório.
O FIM, assim como o COMEÇO, precisa ser marcante. No último parágrafo, faça um resumo do que foi escrito e encontre uma frase expressiva que possa representar bem a comunicação feita.
O número de páginas vai depender da profundidade necessária para tratar o assunto em pauta. Normalmente, quem escreve sabe QUANTO escrever.
Evite erros gramaticais, principalmente de concordância verbal e nominal (os mais comuns).
Fique atento também à cacofonia, que é a junção de duas palavras formando uma terceira de sentido ridículo (do tipo amá-la). Preste muita atenção na ordem das palavras para não mudar o sentido do que você quer dizer. Prefira a ordem direta (sujeito, predicado e complementos) para não confundir seus leitores.
Transmita o que interessa de fato, de forma coerente, sem gírias ou linguagem muito técnica, e com alto padrão de civilidade. Comunicar é fazer-se entender. Se atingir esse objetivo, você estará perto do sucesso.
Características do relatório:
Textos administrativos ou científicos que discorrem sobre acontecimentos relativos a negócios, organização empresarial ou pesquisa de caráter científico.
Existem 3 tipos de relatório:
Crítico_ descreve e opina sobre a maneira como uma atividade foi desenvolvida, a fim de dar a conhecer.
Síntese_ menos elaborado, referente a anteriores relatórios.
Formação_ mais ou menos pormenorizado, apresentando atividades desenvolvidas durante um curso e/ou estágio.

Um relatório bem elaborado facilita a vida dos seus leitores.

O relatório deve conter:  Identificação do operador- nome do aluno ou dos alunos; identificação da turma.  Data  Introdução- deve indicar o objectivo do trabalho, qual o método utilizado; pode conter um resumo teórico do assunto sobre o qual se realizou a experiência.  Material- enumeração dos diversos tipos de material utilizado ( químico, físico e biológico ).  Reagentes/produtos- indicar o nome dos reagentes/ produtos e, no caso de soluções, também a respectiva concentração.  Procedimentos- deve indicar a descrição exata de como foi feita a experiência, numa sequência correta; pode ser incluído um esquema de montagem com a respectiva legenda.  Registo de observações - indicar o registo de todas as leituras e/ou observações efetuadas, podendo estas ser apresentadas sob a forma de tabelas.  Equações químicas (se existirem) - todas as reações químicas devem ser traduzidas em simbologia química.  Cálculos - devem ser apresentados todos os cálculos efetuados.  Conclusões - referem-se as dificuldades encontradas durante a realização da experiência; se os resultados obtidos coincidem com os resultados esperados (com base nos conhecimentos teóricos registados na introdução) e, tiram-se as respectivas conclusões); discutem-se os resultados obtidos.  Bibliografia - lista das publicações utilizadas, indicando, pela ordem referida, os seguintes elementos: identificação do autor (primeiro o apelido, em maiúsculas, e depois, os nomes); título da obra, editora; ano de edição; local de edição.

Discurso:

Deve manter diversas características no seu discurso, para se tornar um relatório distinto e apresentável: O seu discurso apresenta clareza, exatidão, concisão, pertinência, objetividade, estilo isso que vai sair direto e simples, utilização das 1ªs e 2ªs pessoas.
Todo e qualquer relatório deve ser pormenorizado destacando todos os aspectos importantes, para uma mais fácil absorção da ideia geral do relatório.

Fontes:

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloísa Liberalli (orgs.). Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros – Núcleo de São Paulo / Secretaria de Estado da Cultura – Departamento de Museus e Arquivos, 1996.
ECO, Umberto. Como se Faz uma Tese - 14ª ed., São Paulo: Ed. Perspectiva, 1996.
EMBRAPA. Manual de Referenciação Bibliográfica da Embrapa[1]
FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
GARCIA, Mauricio. Normas para elaboração de dissertações e monografias. São Paulo: Universidade do Grande ABC, 2000.

Orçamento

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Orçamento é o plano financeiro estratégico de uma administração para determinado exercício. Aplica-se tanto ao setor governamental quanto ao privado.
Orçamento empresarial tem como objetivo identificar os componentes do planejamento financeiro com a utilização de um sistema orçamentário, entendido como um plano abrangendo todo o conjunto das operações anuais de uma empresa atravês da formalização do desempenho dessas funções administrativas gerais.
Um orçamento, em contabilidade e finanças, é a expressão das receitas e despesas de um indivíduo, organização ou governo relativamente a um período de execução (ou exercício) determinado, geralmente anual, mas que também pode ser mensal, trimestral, plurianual, etc. O orçamento deriva do processo de planejamento da gestão. A administração de qualquer entidade pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, deve estabelecer objetivos e metas para um período determinado, materializados em um plano financeiro, isto é, contendo valores em moeda, para o devido acompanhamento e avaliação da gestão.
O estudo do orçamento, segundo alguns autores, remonta à década de 1920. Na verdade, a gestão organizacional vem tendo saltos de qualidade desde a Revolução Industrial no Século XIX. Esta evolução na gestão proporcionou diversas técnicas na elaboração dos orçamentos, partindo do orçamento tradicional. Surgiram então o Orçamento de Desempenho, o Sistema de Planejamento, Programação e Orçamento (PPBS), o Orçamento Base Zero, o Orçamento-Programa, o Beyond Budgeting, o Rationalisation des Choix Budgetaires, dentre outras.
Entendem-se por despesa todos os gastos da pessoa ou organização que podem, inclusive, ser classificados de acordo com os fins a que se destinam. Receita é sinônimo dos provimentos recebidos, que também podem ser classificados basicamente em receitas patrimoniais (relativas a rendas geradas por propriedades), rendas extraordinárias (essencialmente oriundas de operações financeiras, como empréstimos a juros) e rendas tributárias, exclusivas de governos.
Os orçamentos estatais ou públicos são representações dos diversos gastos de um governo, que envolvem saúde, educação, transportes, segurança e defesa, essencialmente. Uma das principais funções do poder político é definir o orçamento a partir das receitas geradas pelos impostos e outras formas de arrecadação. Essa atribuição recai tanto sobre o poder executivo quanto sobre o poder legislativo, nas democracias: o executivo propõe e fiscaliza a execução do orçamento, e o legislativo analisa e aprova-o. No Brasil, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, o Chefe do Poder Executivo possui a competência de iniciar as leis que estabelecerão o Plano Plurianual (PPA), as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o orçamento (LOA). No Brasil, o órgão responsável pela elaboração e acompanhamento do orçamento público federal é a Secretaria de Orçamento Federal (SOF), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Em Portugal, esse órgão é a Secretaria de Estado do Orçamento, do Ministério das Finanças.
A maioria dos estados também prevê mecanismos de fiscalização do orçamento público por parte do poder judiciário. O Brasil adotou o processo misto, onde o Executivo elabora o projeto de lei do orçamento, para posterior encaminhamento ao Legislativo, que o emenda e aprova-o. A própria Constituição Federal estabelece que cada Poder deve acompanhar e avaliar sua execução financeira, contábil, dentre outras, tendo o Legislativo a competência de exercer o Controle Externo das coisas públicas.
A parte do Direito que estuda as leis sobre orçamentos públicos é o Direito Fiscal ou Orçamentário, ramificação do Direito Financeiro.
Apesar de ser planejado com mais ou menos cuidado, um orçamento pode ser cumprido à risca, ou com sobras ou com falta de recursos planejados.

terça-feira, 24 de julho de 2018

PLC ou PLC ?

PLC  ou  PLC ?





  • A programmable logic controller (PLC), or programmable controller is an industrial digital computer which has been ruggedized and adapted for the control of manufacturing processes, such as assembly lines, or robotic devices, or any activity that requires high reliability control and ease of programming and process fault diagnosis.
  • They were first developed in the automobile industry to provide flexible, ruggedised and easily programmable controllers to replace hard-wired relays, timers and sequencers. Since then they have been widely adopted as high-reliability automation controllers suitable for harsh environments. A PLC is an example of a "hard" real-time system since output results must be produced in response to input conditions within a limited time, otherwise unintended operation will result.



  • Power-line communication (PLC) carries data on a conductor that is also used simultaneously for AC electric power transmission or electric power distribution to consumers. It is also known as power-line carrier, power-line digital subscriber line (PDSL), mains communication, power-line telecommunications, or power-line networking (PLN).
  • A wide range of power-line communication technologies are needed for different applications, ranging from home automation to Internet access which is often called broadband over power lines (BPL). Most PLC technologies limit themselves to one type of wires (such as premises wiring within a single building), but some can cross between two levels (for example, both the distribution network and premises wiring). Typically transformers prevent propagating the signal, which requires multiple technologies to form very large networks. Various data rates and frequencies are used in different situations.
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Source: Wikipedia

sábado, 21 de julho de 2018

PROCEDURE FOR SAFETY

Procedure for Safety

For many years, i have a procedure for using an electric angle grinder (esmerilhadeira angular elétrica).
Brazilians use calling it for "Makita".
That electric tool, has a no good fame to medics and nurses!...;
Because it always is cutting fingers, toes, feet, hands and others pieces of body :(
To avoid humam body injuries using it, i buy a model of 220 VAC, and use it plugged at 110 VAC.
This way, the tool works by using a half of the rated voltage, and a quarter of rated power, because P = V x I.
When you divide the voltage per 2, the current I is divide per 2 as well. So the electric power is divide by 4 after all!
P/4 = V/2 . I/2
That procedure increase the life time of the tool and avoid injuries.
By using that power level, you can do most comum services, using less electricity.
Less power means less danger!

We provide electrical engineering advisory.

domingo, 8 de julho de 2018

domingo, 29 de abril de 2018

The War´s Strategies Can Be Good for the Health




Continuando com o assunto: ... "Estragéias de guerra, que podem fazer bem à saúde..."...
Trabalhando em uma fábrica de simuladores de vôo, conheci parts e seus respectivos PNs Part Numbers.

Fiquei sabendo que aquele código MS Military Standard, composto por uma formação numérica, em parte padronizada e sequencial, pode informar aqual sistema e subsistema do avião, ela (a peça), pertence!
Com essa especificação, pode uma peça, ser identificada, e até ser utilizada em outro avião.
A reparação do tipo: "de dois se faz um"...ou "de 3 ou 4... até se fazem 2", pode colocar em funcionamento, uma embarcação, uma aeronave, um carro de cobate, numa situação de emergência, no meio de uma guerra, aonde entende-se, ser difícil a aquisição de peças spare parts.
Situação muito similar, vemos todos os dias na TV!
Dezenas e centenas de hospitais, com equipamentos hospitalares, inutilizados, por falta de peças.
Nas últimas cenas que vi na TV, sobre esse problema, facilmente podia se ver camas hospitalares com muitas peças, que poderiam ser "canibalizadas" (termo usado por nós da manutenção) e de 2 ou 3 camas, colocar para funcionar uma em perfeito estado, e as outras, pedir baixa de patrimônio.
Treinamentos para essa atuação, podem ser implementados, pelas centenas de escolas técnicas profissionalizantes que existem em nosso país!... for sure!!!


segunda-feira, 2 de abril de 2018

The War´s Strategies Can Be Good for the Health


"The War´s Strategies Can Be Good for the Health"

…”um bom memorial descritivo de obra … ou uma boa especificação técnica para equipamento, podem evitar notícias, como as de hoje 02/04/2018, de que vários equipamento de exames por ressonância magnética, que custaram milhões de Reais, estão sem instalação e alguns precisando de manutenção...em vários estados brasileiros”

...em uma boa (correta) especificação, deve constar também como serão feitas as manutenções preventivas e corretivas do objeto da compra, ...peças... treinamento técnico... etc., etc..etc.
The resources are limited and good procedures when buying very expensive electronic device, always save a lot of money.

The both, services and stuff needs careful to be specifying.

How much more information, details, technical features, the description of electronic device or other stuff have, within more safety and precision are going to be bought.

The meaning of “Technical Specifications”. In Brazil, the engineers use a “Memorial Descritivo”; document describing all the threads of works are going to do built or design.

That document must be ready before the buying, or the publishing of buying. It´s used for the buyers to do the buying.




References:

NBR 15575

https://www.sienge.com.br/memorial-descritivo/

https://en.wikibooks.org/wiki/General_Engineering_Introduction/Documentation#Project_Documentation

By Eng. Denis (Brazil)

quinta-feira, 22 de março de 2018

AIS MARANDUBA STATION 4148


Nossa estação AIS (Maranduba Station), entrou em operação no dia de hoje (13/03/2018), na praia da Maranduba, cidade de Ubatuba - SP - Brasil.
Ela contribuirá com informações importantes para a comunidade náutica! 
Agradecimento à Toda Equipe da ubatubacasa




Receptor AIS, consiste de um equipamento que recebe sinais de RF (Rádio Frequências), na faixa próxima da utilizada, na comunicação de rádio marítma (VHF Marítmo).



Todo o equipamento, composto de receptor, cabos e antena, é conectado a alimentação elétrica e a internet.

O consumo é baixo, e não onera em quase nada o local de instalação, entretanto, a contribuição do sistema, é muito importante para o referenciamento costeiro, haja vista, a intensa movimentação de embarcações de grande porte, de petroleiros e containers, próximos dos principais portos do Brazil.

Os sinais recebidos, tais como, tipo de embarcação, nome, coordenadas (latitude/longitude), velocidade, etc, são enviados, via internet, para uma central, que no caso da MarineTraffic; se localiza na Grécia.

Veja mais informações no site www.marinetraffic.com  e também baixe em seu celular a versão demonstrativa (gratuíta), para conhecer como o sistema funciona.




Para utilização profissional, pelas transportadoras, exportadoras, importadoras e logísticas, recomendamos a versão completa, que disponibiliza todos os dados e conta com todo o apoio da equipe técnica da MarineTraffic em todo o planeta!!!

O link a seguir, fala de AIS de forma geral, e no caso do AIS fixo, o empregado nas estações costeiras, só recebe sinais, como um receptor de TV.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Automatic_Identification_System

Para mais informações e assessoria para contato com a MarineTraffic, faça contato conosco no Brasil, ou diretamente com a empresa, através do site.

sábado, 19 de agosto de 2017

PARA-RAIOS ATERRAMENTOS LAUDOS TERRÔMETROS MEDIÇOES E CALIBRAÇÕES

...TAMBÉM SÃO NOSSA PRAIA!

VOCÊ TEM PROBLEMAS COM RAIOS?!.... NÃO CULPE SÓ S. PEDRO!

FALE CONOSCO F. 12 3849 5513     OU     12 9 8121 4728  WHATS



















sábado, 24 de junho de 2017

O ENGENHEIRO RESPONDE


A Sra. X, proprietária de uma pousada, situada em Ubatuba; pergunta sobre quais os benefícios de nomear-se um engenheiro, para responder tecnicamente por uma obra de construção, ou reforma, ou manutenção ou adequação de um prédio.

Respondendo a pergunta da Sra. X, que pediu para não ser indentificada; informamos que alguns dos benefícios, que ela poderá ter, quando for assessorada por um engenheiro, será por exemplo a economia de materiais em uma obra, através de cálculos estruturais, ensaios de solo e sondagens, que porventura sejam realizados, antes da compra dos materiais e início dos serviços.

São frequentes as notícias de lajes que desabam ou de prédios que se inclinam, devido a falta de estudo e projetos adequados.

O que acontece, é que se antes das obras foi nomeado um responsável técnico, o proprietário poderá responsabilizá-lo e o mesmo engenheiro deverá ser responsabilizado pelos prejuízos, civil e criminalmente se for o caso.

Infelizmente os próprios proprietários, na maioria dos casos, valorizam somente a assinatura dos engenheiros, para conseguirem as liberações de suas obras, junto às prefeituras.
Esquecem das importantes orientações técnicas, que podem ser repassadas aos executores, sobre os procedimentos de segurança das normas tais como NR 18, NR 10, etc., que podem evitar acidentes de trabalho e eventuais ações trabalhistas contra o proprietário da obra.

Aproveitando a oportunidade de elaborar esta resposta, para a nossa querida leitora; comentamos também um recente questionamento semelhante:
Questionado pôr um vizinho, sobre a razão de estarmos reformando as instalações elétricas de uma determinada casa, que é alugada na temporada, aonde foi inserido o fio verde de terra, para ser conectado nas novas tomadas. Informamos que o procedimento fora executado, para atender às novas exigências da legislação vigente. Mais ainda, esta medida de regularização das instalações elétricas, poderá também evitar a ocorrência de algum acidente com algum hóspede, que por ventura, se hospede na referida casa, e que até pode vir a acionar o proprietário na Justiça.

Muitos AVCs (acidentes vasculares) ocorrem durante o banho de pessoas e às vezes são causados ou confundidos com a falta de aterramento adequado no chuveiro.

Oportunamente em nossa secção "O Engenheiro Responde", apresentaremos como é um Laudo de Instalações Elétricas, o que ele contempla?, sua finalidade?, quem pode elaborá-lo?, as medições envolvidas?,... como é o caso de uma medição de resistência de aterramento, para verificar-se o valor máximo de resistência de aterramento no chuveiro, de forma que ele realmente funcione, e evite acidentes, etc.

Esperamos poder tê-la atendido, através destas poucas linhas, e estamos à sua disposição para dirimir qualquer outra dúvida da estimada leitora.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

NÃO EXISTE MÁGICA!

A ESCOLHA É DO PROPRIETÁRIO DA OBRA:  "GASTAR COM DESPERDÍCIO DE MATERIAL E MANUTENÇÃO .....OU INVESTIR EM ASSESSORIA DE ENGENHEIROS..."

A PRESENÇA FÍSICA DO PROFISSIONAL DE ENGENHARIA NA OBRA É FUNDAMENTAL
NA OPORTUNIDADE OS RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PODEM ORIENTAR E CORRIGIR ERROS.
 TAMBÉM É UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE PARA ESTAGIÁRIOS COLOCAREM EM PRATICA AS LIÇÕES TEÓRICAS DA UNIVERSIDADE.
TAMBÉM PODEMOS APRENDER MUITO COM O PESSOAL DA OBRA!...E O FINAL...TODOS GANHAM!

"AINDA MANTEMOS EM NOSSOS CORAÇÕES, AS MESMAS ASPIRAÇÕES DA SAUDOSA, EL ENGENHARIA DE LIMEIRA"

ELABORAÇÃO:  ENG.° DENIS (ORIENTADOR DE ESTÁGIO)
FOTOS:  ENG.°  FELIPE  (ESTAGIÁRIO)
OBRA:  ELÉTRICA - CARAGUATATUBA - SP  - AGOSTO DE 2013

domingo, 26 de março de 2017

DORES NOS BRAÇOS... ROÇADEIRA FURADEIRA ETC

Saúde ocupacional
A vibração causa síndrome do túnel do carpo?
Em 1989, o Center for Disease Control and Prevention (CDC) revelou que os trabalhadores podem, também, adquirir a síndrome do túnel do carpo com o uso regular de ferramentas manuais vibratórias como uma das várias causas referidas. A síndrome do túnel do carpo é dolorosa e debilitante, promovendo a compressão do nervo mediano e dos nove tendões flexores que trafegam através de um estreito canal chamado túnel do carpo, no punho. Movimentos vigorosos e repetitivos da mão, juntamente com o estress devido aos desvios angulares da posição de neutralidade, ou posição reta, pode levar à síndrome do túnel do carpo. O tratamento inclui repouso, injeções ou cirurgia para aliviar a pressão do nervo.
No Brasil, a síndrome da vibração de mãos e braços não tem recebido destaque, dado que o diagnóstico médico ainda a confunde com a síndrome do túnel do carpo, o que mascara as estatísticas sobre a doença. Uma LER/DORT mal diagnosticada pode estar encobrindo uma síndrome da vibração localizada. Aliado ao fato, temos que o clima de nosso país atua como agente inibidor do aparecimento da doença, ao contrário dos países de clima frio.
Muitos casos de síndrome da vibração de extremidades são mascarados, seja pelo diagnóstico incorreto, seja pela iniciativa própria do trabalhador em buscar nova opção de trabalho devido a não suportar os efeitos da exposição. Países do primeiro mundo também propugnam pela criação de um guia internacional para facilitar o reconhecimento da doença, inclusive pelos médicos peritos.
Por desconhecimento da questão, uma legião de trabalhadores, certamente, sofre com a exposição às vibrações e, com algumas pontuais exceções, a fiscalização do trabalho não está adequadamente informada sobre este risco, simplesmente desprezando esta exposição.

FUSÍVEIS MECÂNICOS

Uma solução para alertar e evitar acidentes de pontes, passarelas, escadas, marquises, etc.
Uma idéia de projeto de uma norma.
...em estudo...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

PONTES CORROSÃO CONCRETO

SOLUÇÃO NÁUTICA APLICADA  NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Constatei que não é adotado uma prática diferenciada, no que se refere as técnicas utilizadas na construção civil nas regiões litorâneas.
Observei também que as patologias nas construções nas regiões litorâneas são mais agressivas, e agravadas principalmente pela ação da maresia e alta umidade do ar.

Na foto seguinte, pode-se observar a ação da maresia em uma escada que foi construida e instalada a aproximadamente, somente 3 anos.

 ...e na foto seguinte... a ação da maresia em um degrau, que recebeu maior umidade e que deveria ter uma maior porosidade ou maior contato com a ferragem interna.

... na foto seguinte, uma manutenção realizada a aproximadamente dois anos, quando apareceu o primeiro problema de corrosão.


A solução adotada, foi através do uso de material semelhante ao utilizado em manutenção de cascos de embarcações de fibra de vidro.

Recentemente, também tivemos um problema sobre a laje, que foi solucionado da mesma maneira, mas infelizmente não tirei fotos ainda.

Até o momento, posso afirmar, que a solução é muito barata e que funciona. Já tinha ouvida falar, mas informalmente, que pode haver um bom "casamento", entre aço/concreto, e outros materiais, mas ainda não tinha comprovado na prática.

Creio que isso possa ser facilmente aplicado à manutenção de lajes, postes, entre outras aplicações semelhantes, com um bom resultado, tendo em vista, que não haja comprometimento da segurança estrutural do conjunto da obra inicial.

Fotos de detalhes de um pedaço da escada corroída. Pode-se observar a marca da onde existia a ferragem que foi corroída, como segue:



By Eng.° Denis  28/02/2017. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

OS 51 Um Pedido Muda Tudo

OS 51 Um Pedido Muda Tudo
(ó esse 51...) Um Pedido Mudo Tudo... e dois pedidos... e três pedidos... e muitos pedidos!?

Hoje assisti um filme na Band TV, e não pude deixar de refletir, sobre sua profunda mensagem!
Uma história, aonde um garoto,.... que não consegui passar em vários vestibulares de faculdade, que resolveu inventar sua própria faculdade; a princípio, somente para agradar seus pais, dizendo que teria passado nesta última.
Primeiro o garoto simulou que frequentava, a fictícia faculdade, até que fez uma divulgação, atraindo outros alunos, cujos pais até pagaram mensalidades adiantadas.
Diante daquela multidão de alunos chegando em sua “faculdade”, resolveu “viajar na onda de todos” e criou várias coisas, como se ela realmente existisse.
Uma faculdade aonde os próprios alunos decidiam o que queriam fazer e estudar.
No final seu sonho maluco, acabou virando realidade, apesar de todas as dificuldades de se colocar sua invenção em funcionamento.
Os pedidos dos seus alunos clientes, foram tantos, que o sucesso da nova faculdade maluca, era inevitável.
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Era o ano de 1983, Professor Loureiro, Diretor da Escola (In Memorian), sabia que eu lecionava desde 1980 no colégio técnico e também fazia manutenção de equipamentos lá.
Assim, ele me contratou, para dar aula meio período e fazer manutenção de multímetros, osciloscópios, fontes, geradores etc., que hora eram enviados para conserto em São Paulo e nunca voltavam, e os laboratórios ficavam em dificuldades para as aulas.
Resultado: Consertava todos! ... e ficava de folga sempre!
Dai, veio, outro pedido (ordem )!
Consertar uma máquina húngara, de usinagem a eletroerosão, que estava quebrada a vários anos e que deveria ser utilizada nas aulas de oficina de ferramentaria.
O comando eletrônico, era realizado por um circuito valvulado (com válvulas eletrônica, precursoras dos transistores e Circuitos Integrados).
A válvula principal era a OS 51, um pêntodo simples. Assim foi que descrevi para o Professor Loureiro... e ele... imediatamente, me disse para fazer o que fosse preciso para consertá-la.
Disse-lhe que deveríamos procurar pela válvula na Santa Efigênia e caso não a encontrasse, que eu tentaria projetar um circuito transistorizado para substituí-la.
Foi o que fiz; fui pra São Paulo, não encontrei a válvula, voltei projetei, montei o circuito, instalei na máquina e coloquei-a para funcionar!
A hora que mostrei o primeiro pedaço de metal usinado, para Prof. Loureiro, Ele sorriu para mim e me mandou pra casa no meio da tarde, para descansar. Me lembro que aquele dia, foi o primeiro dia, que deixei de marcar o ponto de saída no SENAI.
Depois de desse pedido, vieram outros, ...e mais outros,.. e outra máquina e projetos... Treinador Eletroeletrônico, ... e mais outros... 
Um pedido muda tudo!... Muitos pedidos mudam ... muito mais!
Obrigado Professor Loureiro!
Denis.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ENGENHARIA ESSENCIAL


Engenharia Essencial

Acabei de inventar!

Num mundo que já inventaram até "Robótica Subaquática", precisamos resgatar a essência da criação ou a razão pela qual, foram criados os cursos técnicos e de engenharia.
Porque ou por que? .... o "escrito"... foi feito, because, hoje pesquisei a compra de uma válvula reguladora de pressão hidráulica 3/4" (registro de água residencial), diferente do normal.
O normal só regula a vazão e toda a tubulação da residência fica sujeita a toda variação de pressão que a concessionária fornece para você!
Isso significa que se a pressão sobe demais, fatalmente você terá gastos desnecessário em torneiras pingando ou nas conexões dos canos.
Agora se você utilizar, além daquela do "cavalete" exigido na entrada de água...usar uma "reguladora de pressão"... você poderá evitar vazamentos e danos desnecessário na sua residência ou condomínio ou empresa.
Por exemplo: Se você tem uma despesa de 60 reais mensais com água e passa economizar 20 reais, passando para 40; ...em 10 meses aproximadamente terá o retorno do investimento da válvula instalado... porque... era é meio "carinha" ...duzentos e poucos...
Veja detalhes dessa válvula no meu blog em:http://denisronaldoengenharia.blogspot.com.br/…/contra-os-v…


Vida Digital
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Será que não está na hora de voltarmos a "era" "analógica"... aquela do "meio termo" ... aonde existia o 0,9 ... 0,1.... 0,5 ..etc...?
Na situação atual do nosso país, com pessoas desempregadas, cortar o fornecimento de serviços essencias, como é o caso do abastecimento de água, chega a ser "cruel". 
Imaginem uma família com crianças pequenas, para tomar banho, um asilo, um hospital, etc.
Pensando numa solução razoável, que praticamente sempre foi o que acontecia, desde da época que não havia toda essa "abundância" ... e conforto de ter um abastecimento contínuo, realizado pelas concessionárias de hoje.
Pensei numa forma diferente de "corte da água", em caso de débito.
Um "corte" contínuo, crescente... e parcial!
De acordo com a capacidade do cidadão de pode quitar suas contas.
Um "corte" do tipo "analógico"... mais tolerante e menos "cruel" 
...e viva a Engenharia Essencial